23 Fevereiro 2011

Disciplina: Evolução Tecnológica na Comunicação Contemporânea

Ementa:
História e Filosofia da Ciência. A tecnologia como produto do homem. Surgimento das tecnologias de comunicação analógica e a sua conversão para digital. A evolução das indústrias da computação e de telecomunicação. Surgimento e funcionamento das redes telemáticas e sua utilização no campo da comunicação. Tendências das tecnologias de captação, produção e distribuição de conteúdos multimídia. Tecnologia móvel. Novas interfaces digitais. Bancos de Dados e sistemas de busca. Convergência de Mídias e Divergência de Meios.

Objetivos:
Fornecer ao pesquisador elementos sobre a evolução e a história da ciência, analisando os seus impactos e as novas perspectivas abertas pelo surgimento de tecnologias digitais distribuídas em redes.

Justificativa:
O pesquisador na área de comunicação digital deve compreender que a evolução da ciência é um processo natural do homem. Portanto, deve dominar os conceitos e se inserir no campo de produção de tecnologias para o campo da comunicação social.

Metodologia de ensino:
* Aula expositivas
* Apresentação de vídeos, programas (softwares) e filmes
* Palestras com convidados
* Discussão em classe
* Apresentação pelos alunos de análises e seminários

A avaliação do aluno se dará pela:
* Produção de três análises sobre o conteúdo ministrado em aula. Esse ensaio acadêmico deverá conter novas informações e novas referências. A Entrega dos três papers valerá 1,0 ponto na média final.

* Apresentação de um seminário individual, valendo 2,0 pontos.
Datas: 19 de maio, 26 de maio e 02 de junho
Tema: Escolhido pelo aluno para realização do paper
Divisão através de sorteio: 4 alunos no dia 19 de maio, 3 no dia 26 de maio e 3 no dia 2 de juno, com apresentações e discussões para cada aluno em torno de 30 a 40 minutos.

* Elaboração de um paper de 10 a 15 páginas, cujo o tema da pesquisa e sobre as novas tecnologias de comunicação e seu impacto na sociedade contemporânea, valendo 7,0 pontos.
Data final de entrega: 09 de junho (em cópia papel e digital)


Aula I
Apresentação da disciplina e cronograma de atividades
25 de fevereiro

Episódio: Guns, Germs and Steel, Jared Diamond


Aula II
Pesquisar tecnologia com olhar científico
03 de março
Discussão dos capítulos “A coisa mais preciosa” (págs 17 a 41) e
“Ciência e Esperança” (págs 42 a 60), do livro “O mundo assombrado
pelos Demônios”, de Carl Sagan.

Discussão do texto “O impacto de Darwin no pensamento moderno” (págs
93 a 97), de Ernst Mayr, na revista Scientific American, Edição
Especial Como nos tornamos humanos: a evolução da inteligência. N. 17

Ou o mesmo texto em: MAYR, Ernst. A influência de Darwin sobre o pensamento moderno In:
Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.98
- 112

Discussão do capítulo “Ciência, Técnica e Realidade” (págs 13 a 26), de Milton Vargas, do livro “Para uma filosofia da tecnologia”.


Aula III
Discussões sobre ciência e filosofia da tecnologia I
10 março
Discussão do texto de Mario Bunge, La Ciência; su método y su filosofia

LIMA, João Epifânio Regis. Considerações sobre Filosofia da Tecnologia. Paper apresentado na I Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais da Universidade Metodista de São Paulo, 27 de novembro de 2007.

O que é a Filosofia da Tecnologia?, por Andrew Feenberg, http://www.sfu.ca/~andrewf/oquee.htm

Discussão do capítulo “O ‘Logos’ da Técnica” (págs 171 a 186), de Milton Vargas, do livro “Para uma filosofia da tecnologia”.


Aula IV
Discussões sobre ciência e filosofia da tecnologia II
17 de março
MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo I – “A Ciência”, p. 21 a 52

MORAIS, Regis de Morais. Filosofia da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Papirus
Breve abordagem histórica da evolução da ciência, p 30 a 43

MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo IV – “Tecnologia Geral”, p. 99 a 121


Aula V
Revoluções Científicas
24 de março

KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006 - Capítulo: Introdução: Um papel para a história, p 19 a 28
MAYR, Ernst. As revoluções científicas de Thomas Kuhn acontecem mesmo? In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.174 - 184

Entrega do Texto I (aulas 1, 2, 3 e 4)


Aula VI
Tecnologia e determinismo tecnológico
31 de março
Discussão do Capítulo IV , PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora
Contraponto, 2005, p.119 - 270

DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 - 34


Aula VII
Os limites da ciência
07 de abril
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
Capítulo: The Limits of science, p. 16 a 39

Texto complementar
Definindo Teoria. Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo. 2 de outubro de
2005.

Atividade:
Atividade: Um episódio da série Numb3rs


Aula VIII
Pluridisciplinariedade para entender os processos de comunicação humana: um caminho a ser construído
14 de abril

Discussão da Introdução (págs 19 a 23) do livro Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências.

Discussão do Prefácio (págs 9 a 14) e Introdução (págs 15 a 30) do livro Imposturas Intelectuais. O abuso da Ciência pelos filósofos pós-modernos.

Texto de apoio “Avanço qualitativo na pesquisa sobre tecnologias aplicadas ao jornalismo”de Walter Teixeira Lima Junior, publicado na Revista Líbero, n. 20, Dez, 2007, págs 123 a 130.

Texto de apoio “O enigma dos quipos”, por Loic Mangin (págs 20 a 23), na Edição Especial da Scientific American “Etnomatemática”, n. 11

Texto de apoio
Two Cultures - Charles Percy Snow
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures

http://www-history.mcs.st-
andrews.ac.uk/Extras/Griffiths_two_cultures.html


Aula IX
Telégrafo, telefonia e mobilidade
28 de abril
Discussão do capítulo “O telégrafo” (págs 103 a 105), do livro Comunicação – Do grito ao Satélite.

STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Indústria de telefonia. In:Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004, p.152 a 156

Texto de Apoio: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira “O jornalismo e as tecnologias de informação on- line do Telégrafo á Internet Móvel”
http://njmt.incubadora.fapesp.br/portal/pesquisadores/mest/pauloh/redealcar2004- phferreira.pdf/view

Texto de apoio: The Victorian Internet, By Tom Standage

Entrega do Texto II (aulas 5, 6, 7 e 8)


Aula X
Invenções e inovações na área da comunicação social
05 de maio

Textos base:
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003

KAUHANEN, Erkki, NOPARRI, Elina. Innovation, Journalism and Future. Helsinki Tekes, 2007

Much Ado about invention
Technology Review Magazine (MIT). The invention issue. May 2004, p. 17
http://www.technologyreview.com/magazine/25/


Aula XI
Convergência Tecnológica ou de mídias
Evolução Tecnológica nos campos da Informática, da Informação e da Comunicação
12 de maio

LEE, Willian Chee-Leong. Clash of the Titans: impact of convergence and divergence on Digital Media, Massachussetts Institute of Technology 2003


Aula XII
19 de maio
Apresentação de seminário

Entrega do Texto III (aulas 9,10 e 11)

Aula XIII
26 de maio
Apresentação de seminário

Aula XIV
02 de junho
Apresentação de seminário

Aula XV
09 de junho
Apresentação de seminário
Avaliação dos trabalhos
Avaliação da disciplina


Bibliografia básica

BUNGE, Mario. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Perspectiva, 2006
BUNGE, Mario. Teoria e Realidade. São Paulo: Perspectiva, 2006
CORNU, Lucienne. Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências. Caxias do Sul: Educs, 2004
DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008
DYSON, George B. Darwin among the machines. EUA: Perseus Books, 1997
KAUHANEN, Erkki, NOPARRI, Elina. Innovation, Journalism and Future. Helsinki: Tekes, 2007
KUNSCH, Dimas A; BARROS, Laan Mendes de (orgs). Comunicação: saber, arte ou ciência? São Paulo: Plêiade, 2008
KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006
KUHN, S. Thomas. O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003
MAYR, Ernst. Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005
MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus,1998
PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora Contraponto, 2005
POPPER, Karl R. Em busca de um mundo melhor. São Paulo: Martins, 2006
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
SAGAN, CARL. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006
SOKAL, Alan; BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós- modernos. Rio de Janeiro: Record, 2006
STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004
VARGAS, Milton. Para uma filosofia da tecnologia. São Paulo: Alfa Omega, 1994.
ZUFFO, João Antônio. A tecnologia e a Infosocieadade. São Paulo: Manole, 2003

Bibliografia complementar
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003
COSTELA, Antonio F. Comunicação – Do Grito ao Satélite. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002.
DERTOUZOS, Michael. A Revolução Inacabada. São Paulo: Editoria Futura, 2002
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Planeta, 1997.
NEUMANN, John Von. O computador e o cérebro. Portugal: Relógio D´água, 2005


Textos
BUNGE, Mario. Su método y su filosofia
LIMA, João Epifânio Regis. Considerações sobre Filosofia da Tecnologia. Paper apresentado na I Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais da Universidade Metodista de São Paulo, 27 de novembro de 2007.
LEE, Willian Chee-Leong. Clash of the Titans: impact of convergence and divergence on Digital Media, Massachussetts Institute of Technology 2003


Textos de livros
COSTELA, Antonio F. O telégrafo. In: Comunicação – Do Grito ao Satélite. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002, p.103 - 130
KUHN, S. Thomas. Introdução: um papel para a história. In: A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006, p. 19 -28
KUHN, S. Thomas. A natureza e a necessidade das revoluções científicas In: A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006, p. 125 - 145
MORAIS, Regis de. A ciência. In: Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998, p21 - 52
MORAIS, Regis de. Tecnologia Geral. In: Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998, p.99 - 128
MARTINO, Luiz C. O campo da comunicação e suas teorias. In:Comunicação: saber, arte ou ciência? São Paulo: Plêiade, 2008, p.13 -33
MANGIN. Loic. O enigma dos quipos. In: Scientific American Brasil. Especial Etnomatemática, p. 20 - 23
CORNU, Lucienne. Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências. Caxias do Sul: Educs, 2004, p19
- 26
PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora Contraponto, 2005, p.119 - 270
SOKAL, Alan; BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós- modernos. Rio de Janeiro: Record, 2006, p.15 - 30
MAYR, Ernst. A influência de Darwin sobre o pensamento moderno In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.98 - 112
MAYR, Ernst. As revoluções científicas de Thomas Kuhn acontecem mesmo? In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.174 - 184
SAGAN, CARL. A coisa mais preciosa. In: O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006, p.17 - 41
SAGAN, CARL. Ciência e Esperança In: O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006, p.42 - 60
KUHN, S. Thomas. As ciências naturais e as ciências humanas. In: O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003, p.265 - 273
RIDLEY, B. K. The limits of science. In; On Science. London and New York: Routledge, 2001, p.16 - 39
DAGNINO, Renato. Sobre o tratamento em conjunto da ciência e da tecnologia: o conceito de tecnociência. In:Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 -30
ZUFFO, João Antônio. A evolução tecnológica da informática. In: A tecnologia e a Infosocieadade. São Paulo: Manole, 2003,p.1 - 44
STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Indústria de telefonia. In: Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004, p.152 a 156
DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 - 34
KUHN, S. Thomas. As ciências naturais e as ciências humanas. In: O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003, p.265 - 273

25 Fevereiro 2010

Disciplina: Evolução Tecnológica na Comunicação Contemporânea

Ementa:
História e Filosofia da Ciência. A tecnologia como produto do homem. Surgimento das tecnologias de comunicação analógica e a sua conversão para digital. A evolução das indústrias da computação e de telecomunicação. Surgimento e funcionamento das redes telemáticas e sua utilização no campo da comunicação. Tendências das tecnologias de captação, produção e distribuição de conteúdos multimídia. Tecnologia móvel. Novas interfaces digitais. Bancos de Dados e sistemas de busca. Convergência de Mídias e Divergência de Meios.

Objetivos:
Fornecer ao pesquisador elementos sobre a evolução e a história da ciência, analisando os seus impactos e as novas perspectivas abertas pelo surgimento de tecnologias digitais distribuídas em redes.

Justificativa:
O pesquisador na área de comunicação digital deve compreender que a evolução da ciência é um processo natural do homem. Portanto, deve dominar os conceitos e se inserir no campo de produção de tecnologias para o campo da comunicação social.

Metodologia de ensino:
* Aula expositivas
* Apresentação de vídeos, programas (softwares) e filmes
* Palestras com convidados
* Discussão em classe
* Apresentação pelos alunos de análises e seminários

A avaliação do aluno se dará pela:
* Produção de três análises sobre o conteúdo ministrado em aula. Esse ensaio acadêmico deverá conter novas informações e novas referências. Cada um valerá 1,0 ponto na média final.

* Apresentação de um seminário individual, valendo 2,0 pontos.
Datas: 13, 20, e 27 de maio
Tema: Escolhido pelo aluno para realização do paper
Duração: 1h30 minutos

* Elaboração de um paper de 10 a 15 páginas, cujo o tema da pesquisa e sobre as novas tecnologias de comunicação e seu impacto na sociedade contemporânea, valendo 7,0 pontos.
Data final de entrega: 10 de junho (em cópia papel e digital)


Aula I
Apresentação da disciplina e cronograma de atividades
25 de fevereiro

Episódio: Guns, Germs and Steel, Jared Diamond


Aula II
Pesquisar tecnologia com olhar científico
04 de março
Discussão dos capítulos “A coisa mais preciosa” (págs 17 a 41) e
“Ciência e Esperança” (págs 42 a 60), do livro “O mundo assombrado
pelos Demônios”, de Carl Sagan.

Discussão do texto “O impacto de Darwin no pensamento moderno” (págs
93 a 97), de Ernst Mayr, na revista Scientific American, Edição
Especial Como nos tornamos humanos: a evolução da inteligência. N. 17

Ou o mesmo texto em: MAYR, Ernst. A influência de Darwin sobre o pensamento moderno In:
Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.98
- 112


Aula III
Discussões sobre ciência e filosofia da tecnologia I
11 março
Discussão do texto de Mario Bunge, La Ciência; su método y su filosofia

LIMA, João Epifânio Regis. Considerações sobre Filosofia da Tecnologia. Paper apresentado na I Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais da Universidade Metodista de São Paulo, 27 de novembro de 2007.

O que é a Filosofia da Tecnologia?, por Andrew Feenberg, http://www.sfu.ca/~andrewf/oquee.htm


Aula IV
Discussões sobre ciência e filosofia da tecnologia II
18 de março
MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo I – “A Ciência”, p. 21 a 52

MORAIS, Regis de Morais. Filosofia da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Papirus
Breve abordagem histórica da evolução da ciência, p 30 a 43

MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo IV – “Tecnologia Geral”, p. 99 a 121


Aula V
Revoluções Científicas
25 de março

KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006 - Capítulo: Introdução: Um papel para a história, p 19 a 28
MAYR, Ernst. As revoluções científicas de Thomas Kuhn acontecem mesmo? In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.174 - 184

Entrega do Texto I (aulas 1, 2, 3 e 4)


Aula VI
Tecnologia e determinismo tecnológico
01 de abril
Discussão do Capítulo IV , PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora
Contraponto, 2005, p.119 - 270

DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 - 34


Aula VII
Os limites da ciência
08 de abril
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
Capítulo: The Limits of science, p. 16 a 39

Texto complementar
Definindo Teoria. Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo. 2 de outubro de
2005.

Atividade:
Atividade: Um episódio da série Numb3rs


Aula VIII
Pluridisciplinariedade para entender os processos de comunicação humana: um caminho a ser construído
15 de abril

Discussão da Introdução (págs 19 a 23) do livro Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências.

Discussão do Prefácio (págs 9 a 14) e Introdução (págs 15 a 30) do livro Imposturas Intelectuais. O abuso da Ciência pelos filósofos pós-modernos.

Texto de apoio “Avanço qualitativo na pesquisa sobre tecnologias aplicadas ao jornalismo”de Walter Teixeira Lima Junior, publicado na Revista Líbero, n. 20, Dez, 2007, págs 123 a 130.

Texto de apoio “O enigma dos quipos”, por Loic Mangin (págs 20 a 23), na Edição Especial da Scientific American “Etnomatemática”, n. 11

Texto de apoio
Two Cultures - Charles Percy Snow
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures

http://www-history.mcs.st-
andrews.ac.uk/Extras/Griffiths_two_cultures.html


Aula IX
Telégrafo, telefonia e mobilidade
22 de abril
Discussão do capítulo “O telégrafo” (págs 103 a 105), do livro Comunicação – Do grito ao Satélite.

STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Indústria de telefonia. In:Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004, p.152 a 156

Texto de Apoio: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira “O jornalismo e as tecnologias de informação on- line do Telégrafo á Internet Móvel”
http://njmt.incubadora.fapesp.br/portal/pesquisadores/mest/pauloh/redealcar2004- phferreira.pdf/view

Texto de apoio: The Victorian Internet, By Tom Standage

Entrega do Texto II (aulas 5, 6, 7 e 8)


Aula X
Invenções e inovações na área da comunicação social
29 de abril

Textos base:
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003

KAUHANEN, Erkki, NOPARRI, Elina. Innovation, Journalism and Future. Helsinki Tekes, 2007

Much Ado about invention
Technology Review Magazine (MIT). The invention issue. May 2004, p. 17
http://www.technologyreview.com/magazine/25/


Aula XI
Convergência Tecnológica ou de mídias
Evolução Tecnológica nos campos da Informática, da Informação e da Comunicação
06 de maio

LEE, Willian Chee-Leong. Clash of the Titans: impact of convergence and divergence on Digital Media, Massachussetts Institute of Technology 2003


Aula XII
13 de maio
Apresentação de seminário

Entrega do Texto III (aulas 9,10 e 11)

Aula XIII
20 de maio
Apresentação de seminário

Aula XIV
27 de maio
Apresentação de seminário

Aula XV
10 de junho
Apresentação de seminário
Avaliação dos trabalhos
Avaliação da disciplina


Bibliografia básica

BUNGE, Mario. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Perspectiva, 2006
BUNGE, Mario. Teoria e Realidade. São Paulo: Perspectiva, 2006
CORNU, Lucienne. Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências. Caxias do Sul: Educs, 2004
DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008
DYSON, George B. Darwin among the machines. EUA: Perseus Books, 1997
KAUHANEN, Erkki, NOPARRI, Elina. Innovation, Journalism and Future. Helsinki: Tekes, 2007
KUNSCH, Dimas A; BARROS, Laan Mendes de (orgs). Comunicação: saber, arte ou ciência? São Paulo: Plêiade, 2008
KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006
KUHN, S. Thomas. O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003
MAYR, Ernst. Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005
MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus,1998
PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora Contraponto, 2005
POPPER, Karl R. Em busca de um mundo melhor. São Paulo: Martins, 2006
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
SAGAN, CARL. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006
SOKAL, Alan; BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós- modernos. Rio de Janeiro: Record, 2006
STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004
ZUFFO, João Antônio. A tecnologia e a Infosocieadade. São Paulo: Manole, 2003

Bibliografia complementar
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003
COSTELA, Antonio F. Comunicação – Do Grito ao Satélite. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002.
DERTOUZOS, Michael. A Revolução Inacabada. São Paulo: Editoria Futura, 2002
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Planeta, 1997.
NEUMANN, John Von. O computador e o cérebro. Portugal: Relógio D´água, 2005


Textos
BUNGE, Mario. Su método y su filosofia
LIMA, João Epifânio Regis. Considerações sobre Filosofia da Tecnologia. Paper apresentado na I Conferência Brasileira de Comunicação e Tecnologias Digitais da Universidade Metodista de São Paulo, 27 de novembro de 2007.
LEE, Willian Chee-Leong. Clash of the Titans: impact of convergence and divergence on Digital Media, Massachussetts Institute of Technology 2003


Textos de livros
COSTELA, Antonio F. O telégrafo. In: Comunicação – Do Grito ao Satélite. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002, p.103 - 130
KUHN, S. Thomas. Introdução: um papel para a história. In: A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006, p. 19 -28
KUHN, S. Thomas. A natureza e a necessidade das revoluções científicas In: A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006, p. 125 - 145
MORAIS, Regis de. A ciência. In: Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998, p21 - 52
MORAIS, Regis de. Tecnologia Geral. In: Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998, p.99 - 128
MARTINO, Luiz C. O campo da comunicação e suas teorias. In:Comunicação: saber, arte ou ciência? São Paulo: Plêiade, 2008, p.13 -33
MANGIN. Loic. O enigma dos quipos. In: Scientific American Brasil. Especial Etnomatemática, p. 20 - 23
CORNU, Lucienne. Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências. Caxias do Sul: Educs, 2004, p19
- 26
PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora Contraponto, 2005, p.119 - 270
SOKAL, Alan; BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós- modernos. Rio de Janeiro: Record, 2006, p.15 - 30
MAYR, Ernst. A influência de Darwin sobre o pensamento moderno In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.98 - 112
MAYR, Ernst. As revoluções científicas de Thomas Kuhn acontecem mesmo? In: Biologia, Ciência Única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.174 - 184
SAGAN, CARL. A coisa mais preciosa. In: O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006, p.17 - 41
SAGAN, CARL. Ciência e Esperança In: O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006, p.42 - 60
KUHN, S. Thomas. As ciências naturais e as ciências humanas. In: O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003, p.265 - 273
RIDLEY, B. K. The limits of science. In; On Science. London and New York: Routledge, 2001, p.16 - 39
DAGNINO, Renato. Sobre o tratamento em conjunto da ciência e da tecnologia: o conceito de tecnociência. In:Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 -30
ZUFFO, João Antônio. A evolução tecnológica da informática. In: A tecnologia e a Infosocieadade. São Paulo: Manole, 2003,p.1 - 44
STRAUBHAAR, Joseph; LaROSE, Robert. Indústria de telefonia. In: Comunicação, mídia e tecnologia. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004, p.152 a 156
DAGNINO, Renato. Neutralidade da ciência e determinismo tecnológico. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2008, p.15 - 34
KUHN, S. Thomas. As ciências naturais e as ciências humanas. In: O caminho desde a estrutura. São Paulo: Editora Unesp, 2003, p.265 - 273

28 Março 2008



Isabelle Trocheris/The New York Times


O historiador David Giovannoni exibe o fonoautograma de Edouard-Leon Scott, feito no século XIX


Por mais de um século, desde que ele gravou as palavras "Mary tinha um cordeirinho" numa folha de alumínio, Thomas Edison tem sido considerado o pai do som gravado. Mas pesquisadores afirmam que descobriram uma gravação da voz humana, feita por um francês pouco conhecido, que precede em quase duas décadas a invenção do fonógrafo por Edison.

A gravação de 10 segundos de uma cantora entoando "Au Clair de la Lune" foi descoberta no início deste mês num arquivo em Paris por um grupo de historiadores de áudio americanos.

Ela foi feita, segundo os pesquisadores, em 9 de abril de 1860, num fonoautógrafo, uma máquina criada para registrar sons visualmente, não para tocá-los. Mas as gravações do fonoautógrafo, ou fonoautogramas, foram tornadas "tocáveis", convertidas de rabiscos no papel para som – por cientistas do laboratório Nacional Lawrence Berkeley, em Berkeley, Califórnia.

"Esta é uma descoberta histórica, a mais antiga gravação de som conhecida",afirmou Samuel Brylawski, o ex chefe da divisão de som gravado da biblioteca do Congresso norte-americano, que não está ligado ao grupo de pesquisa mas que está familiarizado com as descobertas. A escavação de áudio poderia dar uma nova primazia aos fonoautógramo, antes considerado mera curiosidade, e a seu inventor, Edouard-Leon Scott de Martinville, um impressor e mecânico amador que morreu convicto de que sua inovação havia sido impropriamente atribuída a Edison.

Voz no papel
O aparelho de Scott tinha uma estrutura em forma de barril ligada a uma agulha, que extraía as ondas de som das folhas de papel escurecidas com fumaça de uma lâmpada a óleo. As gravações não tinham o propósito de serem ouvidas, já que o conceito de playback de áudio ainda não existia. Em vez disso, Scott buscava criar um registro em papel da fala humana que pudesse ser decifrado mais tarde.

Mas os cientistas de Lawrence Berkeley utilizaram imagens ópticas e uma "agulha virtual" em scans de alta resolução do fonoautógramo, empregando tecnologia moderna para extrair padrões inscritos no papel preto há quase um século e meio. Os cientistas pertencem a um grupo de colaboração informal chamado Primeiros Sons que também inclui historiadores de áudio e engenheiros de som.

David Giovannoni, um historiador de áudio norte-americano que liderou os esforços de pesquisa irá apresentar as descobertas e tocar as gravações em público na sexta-feira (28) na conferência anual das Coleções da Associação do Som Gravado na Universidade de Stanford, em Palo Alto, Califórnia. O fonoautógramo de Scott de 1860 foi feito 17 anos antes de Edison ter recebido uma patente pelo fonógrafo e 28 anos antes de Edison associar um trecho de um oratório de Handel a um cilindro de cera, uma gravação que até agora era considerada pela maioria dos especialistas como a mais antiga que ainda podia ser tocada.

A apresentação de Giovannoni na sexta exibirá descobertas adicionais de fonoautogramas de Scott encontradas em Paris, incluindo gravações feitas em 1853 e 1854. Aqueles primeiros experimentos incluem tentativas de capturar o som da voz humana e uma guitarra, mas a máquina de Scott estava calibrada de forma imperfeita na época.

"Nós conseguimos fazer com que os primeiros fonoautogramas grasnassem e só", afirmou Giovannoni. Mas o fonoautógramo de abril de 1860 é mais do que isso. Numa cópia digital da gravação fornecida ao The New York Times, uma vocalista anônima, presumivelmente mulher, pode ser ouvida com ruídos e chiados ao fundo. A voz, abafada porém audível, canta "'Au clair de la lune, Pierrot repondit', uma sinuosa melodia de 11 notas – uma canção fantasmagórica que parece emergir do lodo sonoro.

Em busca do Santo Graal
A caçada pelo Santo Graal do áudio foi iniciada no outono por Giovannoni e três associados: Patrick Feaster, um especialista em história do fonógrafo que dá aula na Universidade de Indiana e Richard Martin e Meagan Hennessy, proprietários da Archeophone Records, um selo especializado nas primeiras gravações da história. Eles já haviam colaborado antes no disco da Archeophone "Actionable Offenses", uma coletânea de gravações obscenas do século XIX que recebeu duas indicações ao Grammy. Quando Giovannoni levantou a hipótese de compilar uma antologia dos sons mais antigos já gravados, Feater sugeriu a busca dos fonoautogramas de Scott. Historiadores há muito tempo sabem da existência do trabalho de Scott, mas pesquisadores americanos acreditam que eles são os primeiros a fazer uma busca concentrada pelos fonoautogramas de Scott e os primeiros a tentar ouvi-los.

Em dezembro, Giovannoni e um pesquisador assistente viajaram até um escritório de patentes em Paris, o Institut National de la Propriete Industrielle. Lá eles encontraram gravações de 1857 a 1859 que foram incluídas por Scott na requisição de patente de seu fonoautógrafo. Giovannoni afirmou que trabalhou com a equipe do arquivo de lá para conseguir scans dessas gravações alta resolução digital e com qualidade de preservação.

Uma trilha de pistas, incluindo uma referência enigmática sobre gravações de Scott em depósitos de fonoautógramo na "Academia" levou os pesquisadores a outra instituição em Paris, a Academia Francesa de Ciências, onde muitas outras gravações de Scott foram guardadas. Giovanni afirmou que seu momento de "eureca" ocorreu quando ele viu um fonoautógramo de 1860, uma folha de pano meticulosamente preservada medindo 9 por 25 polegadas. "Ela estava intacta", afirmou Giovannoni. "As ondas sonoras estavam impecavelmente limpas e nítidas".

Seus scans foram enviados ao laboratório de Lawrence Berkeley, onde foram convertidos em sons pelos cientistas Carl Haber e Earl Cornell. Eles utilizaram uma tecnologia desenvolvida há muitos anos em colaboração com a biblioteca do Congresso, na qual "mapas" de alta resolução de gravações feitas com sulcos são tocadas num computador usando uma agulha digital. O fonoautógramo de 1860 de 1860 foi separado em 16 canais – um para cada onda de som – que Giovannoni, Feaster e Martin meticulosamente colaram de volta, fazendo ajustes para variações de velocidade das gravações produzidas à mão por Scott.



Pré-história do som
Os ouvintes agora devem ponderar se a esquisitice de ouvir uma gravação feita antes do conceito de reprodução de áudio ter sido sequer imaginado. "Há uma enorme lacuna epistemológica entre nós e Leon Scott, porque ele achou que a maneira de se chegar à essência do som é olhando para ele", afirmou Jonathan Sterne, professor da Universidade McGill, em Montreal, e autor de "O Passado Audível: origens Culturas da Reprodução de Som".

Scott é, de muitas maneiras, um herói pouco provável do som gravado. Nascido em Paris em 1817, ele era um homem de letras, não um cientista, que trabalhava com impressão e como bibliotecário. Ele publicou um livro sobre a história da taquigrafia e evidentemente via a gravação de som como uma extensão da estenografia. Nas memórias que ele mesmo publicou em 1877, ele foi contra Edison por este ter "se apropriado" de seus métodos e desconstruir o propósito da tecnologia de gravação. O objetivo, argumentou Scott, não era reprodução de som, mas "escrever a fala, que é o que a palavra fonógrafo significa".

Realmente, Edison chegou à sua conquista por conta própria. Não há provas de que ele tenha se beneficiado do conhecimento obtido pelo trabalho de Scott para criar o fonógrafo e ele permanece com a distinção de ter sido o primeiro a reproduzir som. "Edison não foi diminuído em nada pela descoberta", afirmou Giovannoni.


Clique em http://news.bbc.co.uk/player/nol/newsid_7310000/newsid_7318200/7318249.stm para ouvir o primeiro som gravado da história. Nessa gravação, a locutora cai na gargalhada.

10 Março 2008

Caros, alunos

Clique e obtenha o texto do Mario Bunge e clique aqui e baixe o texto do prof. José Epifânio

27 Fevereiro 2008

Ementa:
História e Filosofia da Ciência. A tecnologia como produto do homem. Surgimento das tecnologias de comunicação analógica e a sua conversão para digital. A evolução das indústrias da computação e de telecomunicação. Surgimento e funcionamento das redes telemáticas e sua utilização no campo da comunicação. Tendências das tecnologias de captação, produção e distribuição de conteúdos multimídia. Tecnologia móvel. Novas interfaces digitais. Bancos de Dados e sistemas de busca. Convergência de Mídias e Divergência de Meios.

Objetivos:
Fornecer ao pesquisador elementos sobre a evolução e a história da ciência, analisando os seus impactos e as novas perspectivas abertas pelo surgimento de tecnologias digitais distribuídas em redes.

Justificativa:
O pesquisador na área de comunicação digital deve compreender que a evolução da ciência é um processo natural do homem. Portanto, deve dominar os conceitos e se inserir no campo de produção de tecnologias para o campo da comunicação social.

Metodologia de ensino:

* Aula expositivas
* Apresentação de vídeos, programas (softwares) e filmes
* Palestras com convidados
* Discussão em classe
* Apresentação pelos alunos de análises e seminários


A avaliação do aluno se dará pela:

* Produção de três análises sobre o conteúdo ministrado em aula. Esse ensaio acadêmico deverá conter novas informações e novas referências. Cada um valerá 1,0 ponto na média final.

Capítulos

* Apresentação de um seminário individual, valendo 2,0 pontos.

Datas: 7, 14, 21 e 28 de maio
Tema: Escolhido pelo aluno para realização do paper
Duração: 1h30 minutos

* Elaboração de um paper de 15 a 20 paginas, cujo o tema da pesquisa e sobre as novas tecnologias de comunicação e seu impacto na sociedade contemporânea.

Data final de entrega: 4 de junho (em cópia papel e digital)

Aula I
27 de fevereiro
Apresentação da disciplina e cronograma de atividades

Aula II
5 de março
Discussão dos capítulos “A coisa mais preciosa” (págs 17 a 41) e “Ciência e Esperança” (págs 42 a 60), do livro “O mundo assombrado pelos Demônios”, de Carl Sagan.

Discussão do texto “O impacto de Darwin no pensamento moderno” (págs 93 a 97), de Ernst Mayr, na revista Scientific American, Edição Especial Como nos tornamos humanos: a evolução da inteligência. N. 17

Aula III
12 março
Discussão do texto de Mario Bunge, La Ciência; su método y su filosofia

Discussão do texto de João Epifânio Regis Lima, Considerações sobre filosofia da tecnologia

Aula IV
19 de março
KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006 - Capítulo: Introdução: Um papel para a história, p 19 a 28

MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo I – “A Ciência”, p. 21 a 52

MORAIS, Regis de Morais. Filosofia da Ciência e da Tecnologia. São Paulo: Papirus
Breve abordagem histórica da evolução da ciência, p 30 a 43

MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
Capítulo IV – “Tecnologia Geral”, p. 99 a 121

Aula V
26 de março
Discussão do Capítulo IV , “Tecnologia”, do livro O conceito de Tecnologia (págs 219 a 270)

Aula VI
2 de abril
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
Capítulo: The Limits of science, p. 16 a 39

Texto complementar
Definindo Teoria. Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo. 2 de outubro de 2005.

Atividade:
Atividade: Apresentação do filme “Quem somos nós”

Entrega da análise I

Aula VII
9 de abril
Pluridisciplinariedade para entender os processos de comunicação humana: um caminho a ser construído

Discussão do Prefácio (págs 9 a 14) e Introdução (págs 15 a 30) do livro Imposturas Intelectuais. O abuso da Ciência pelos filósofos pós modernos.

Discussão da Introdução (págs 19 a 23) do livro Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências.

Discussão do texto “Avanço qualitativo na pesquisa sobre tecnologias aplicadas ao jornalismo”de Walter Teixeira Lima Junior, publicado na Revista Líbero, n. 20, Dez, 2007, págs 123 a 130.

Texto de apoio “O enigma dos quipos”, por Loic Mangin (págs 20 a 23), na Edição Especial da Scientific American “Etnomatemática”, n. 11

Apresentação do analógico ao digital

Aula VIII
16 de abril
Discussão do capítulo “O telégrafo” (págs 103 a 105), do livro Comunicação – Do grito ao Satélite.

Discussão do texto de Paulo Henrique de Oliveira Ferreira “O jornalismo e as tecnologias de informação on-line do Telégrafo á Internet Móvel”

Texto de apoio: The Victorian Internet, By Tom Standage

Entrega da análise II

Aula XIX
23 de abril
Tópico da aula
Invenções e inovações na área da comunicação social

Textos base
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003

Much Ado about invention
Technology Review Magazine (MIT). The invention issue. May 2004, p. 17

Aula X
30 de abril
Convergência Tecnológica ou de mídias
Evolução Tecnológica nos campos da Informática, da Informação e da Comunicação

Aula XI
7 de maio
Apresentação de seminário

Entrega da análise III

Aula XII
14 de maio
Apresentação de seminário

Aula XIII
21 de maio
Apresentação de seminário

Aula XIV
28 de maio
Apresentação de seminário

Aula XV
4 de junho
Aula Final
Avaliação dos trabalhos
Avaliação da disciplina


Bibliografia
AXELROD, Alan. Ciência a Jato. Rio de Janeiro. Record, 2003
CORNU, Lucienne. Neurocomunicaçao: Para compreender os mecanismos da comunicação e aumentar competências. Caxias do Sul: Educs, 2004
COSTELA, Antonio F. Comunicação – Do Grito ao Satélite. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2002.
DERTOUZOS, Michael. A Revolução Inacabada. São Paulo: Editoria Futura, 2002
KUHN, S. Thomas. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006
MORAIS, Regis de. Filosofia da Ciência da Tecnologia. SP: Papirus, 1998
NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital. São Paulo: Planeta, 1997.
NEUMANN, John Von. O computador e o cérebro. Portugal: Relógio D´água, 2005
PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de Tecnologia. São Paulo: Editora Contraponto, 2005
POPPER, Karl R. Em busca de um mundo melhor. São Paulo: Martins, 2006
RIDLEY, B. K. On Science. London and New York: Routledge, 2001
SAGAN, CARL. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006
SOKAL, Alan; BRICMONT, Jean. Imposturas Intelectuais: o abuso da Ciência pelos filósofos pós-modernos. Rio de Janeiro: Record, 2006

13 Novembro 2006

Dica
Entrepreneurs See a Web Guided by Common Sense

A Liliane Moiteiro enviou um texto interessante (New York Times), do John Markoff, sobre como os cientistas estão desenvolvendo sistemas para "mineirar", através da Web, as formas de inteligência humana.

11 Novembro 2006


Livro
Carl Segan e o seu "Mundo Assombrado pelos Demônios"

O astrônomo e escritor norte-americano Carl Sagan (1934-1996), autor da série de TV Cosmos e um dos maiores divulgadores científicos de nossa época, em "O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro", ergue o estandarte da ciência para mostrar as origens das teorias pseudocientíficas e usa-o para rebater inúmeros casos específicos, desde histórias famosas sobre raptos por alienígenas até "superstições estatísticas" em loterias e jogos de roleta.

Seminários I
Audiência na Web, Convergência na Folha On-line e Tecnologia/privacidade

Liliane Moiteiro, Edmundo Benigno e a Cintia Cunha realizaram os primeiros seminários no dia 10 de novembro. No meu entender, além da pertinência e da qualidade dos trabalhos apresentados, o que me deixou também contente foi a sincera e consciente disposição de todos em ajudar o colega pesquisador na tarefa de encontrar os melhores caminhos na busca por conhecimento. Essa sinergia foi uma pequena amostra de como podemos contribuir para o avanço da ciência no campo da Comunicação.

Agradeço a todos.

Aqui o seminário "Internet – códigos, protocolos e rastros digitais", apresentado pela Cintia.

Arte e ciência
The Origin of Love e Cântico Negro

Agradeço a Patrícia Rangel pelo carinho de ter compartilhado a música The Origin of Love, da banda Hedwig and the Angry Inch, inclusive enviando, também, a todos os alunos a letra em inglês e português. Não posso deixar a inciativa da Patrícia sem continuidade, então, aqui um poema de José Régio, o Cântico Negro.